Quarta-feira

Obrigam-se a morrer com frio, mas não querem trabalhar para aquecer.

os comentarios neste website, o publico, sao sempre de uma palhacada incrivel tipico de quem esa frente ao pc sem nada para fazer em vez de ir trabalhar irra...

Segunda-feira

Há alguma foto do José Eduardo Moniz tirada durante a última semana em que ele não esteja com o telemóvel na mão?

Sexta-feira

Na mudança de metro na estação do Marquês sinto-me sempre o maior gajo do mundo. Sou sempre dos três primeiros a chegar ao fim das escadas e em 99% das vezes o primeiro à outra linha. E não vou a correr.

Segunda-feira

Acabada a versão portuguesa de American Psycho. Troquei apenas todas as referências a drogas (legais e ilegais) por Kompensan.

Sábado

1

2

3

Segunda-feira

Não deve ser, mas fico sempre com a sensação que isto foi filmado em Lisboa.

Domingo

Foi certamente uma surpresa para o realizador, que ontem mesmo dizia ao PÚBLICO, em Cannes, que “Arena” não era um filme “para ganhar aqui”. Mas ganhou. A sua curta-metragem de estreia venceu o Grande Prémio da competição de curtas-metragens, lançando para o centro das atenções a obra deste jovem realizador de 25 anos, ainda estudante de cinema no Conservatório.

Na apresentação de “Arena” (única obra portuguesa em competição no festival), o crítico do PÚBLICO Vasco Câmara classificava-a como “uma curta vigorosa”, um filme “híbrido entre o documento da realidade e o espectáculo da sensualidade dos corpos e do espaço”. É uma história centrada num jovem em prisão domiciliária. Mas o realizador recusava a ideia de querer, com “Arena”, transmitir qualquer mensagem ao mundo, como o tinha apresentado a sua produtora, Maria João Mayer. “Nunca diria de mim isso de querer ‘falar ao mundo’, mas sim, reconheço-me, tendo em conta que os filmes, para mim, são uma reacção a qualquer coisa”, sem terem de ser um manifesto.

“Arena” acrescenta o prémio agora conquistado em Cannes ao que já tinha ganho no IndieLisboa, no início de Maio. A notícia da sua selecção para a competição de curtas em Cannes foi recebida já na contagem decrescente do festival, mas isso não fez com que o realizador perdesse o sentido da realidade. Já em França, admitia que, para além do “glamour” que irremediavelmente se respira na Croisette, o festival aposta também “numa programação arriscada”. “Não estão à procura da típica curta com a ‘punchline’ final. Estão à procura de coisas novas. Senti que o meu filme foi escolhido por isso”.

“Arena” confirmou-se, assim, “uma coisa nova”. Expressão, afinal, de que “os filmes portugueses estão condenados a serem descobertas dos festivais internacionais”, notava Salaviza.


tirado daqui.

Tanto quanto vi, o Público foi o primeiro a dar a notícia em condições, fora do copy/paste da Lusa (que mesmo assim demorou a aparecer...). João Salaviza tem 25 anos, a minha idade, e é um tipo com um discurso humilde, consciente e fora do miserabilismo que se apanha por aqui e ali em Portugal. Vale a pena ler isto e isto, notar como é óptimo apanhar alguém tão sóbrio - quando tinha tudo para estar no céu - a falar sobre o que faz e onde o faz (a parte do "condenado" não é necessariamente de um tom negativo no seu discurso). E, claro, vale a pena ver "Arena" e esperar para que chega a sala a tempo de toda a gente ainda se lembrar desta curta-metragem.

Sexta-feira

Devia estar sozinho no mundo. Apenas eu, Steiner, mais nenhum ser vivo. Sem Sol nem cultura. Eu, nu numa montanha alta. Sem tempestade, neve, bancos, dinheiro, nem tempo, nem alento. Aí, pelo menos, não teria medo.

Quarta-feira

O atraso cultural explicado às criancinhas
Parte 1 de 2



44 anos.
Sem mamilos.

Ah, espera. Afinal usaram o Photoshop.

Quinta-feira

Terça-feira

Às vezes defendo que não estamos tão atrasados quanto isso, mas depois vejo pessoas em fila para a escada rolante. Ao fim de dez segundos bate-me duro de que já não há nada a fazer.

Nesta merda estamos à frente da Grécia, caralho.

Sábado

It's on.


Domingo

Get off the panties. You've done enough damage.

Quinta-feira

José Manuel Fernandes, é preciso alinhamento estratégico. Se acha que os seus concorrentes são o The Sun, o 24h e o Correio da Manhã, a estratégia está a funcionar, mas perde um tipo de leitores no qual me incluo. Se acha que os concorrentes são o Expresso, o NY Times, El País, então há muito que fazer. Aconselho a eliminar as notícias sensionalistas e a investir em jornalismo de investigação. Arranjar consultores para as diversas áreas que possa verificar as notícias dos jornalistas cowboys e, ao mesmo tempo, adicionar informação relevante ao tema seria também bem-vindo. O sistema de comentários devia ser revisto para obrigar os utilizadores a registarem-se no site com um email válido, para evitar comentadores de ocasião

Terça-feira

Só para comparar, o meu comum e *português* nome apresenta cerca de 400.000 resultados no Google (10% dos referidos pelo artigo, 3% dos reais para Gregg Nations), pelo que não me parece que seja um tipo assim tão famoso. Eu até gosto bastante de Lost (é para mim, de longe, a melhor série da década) e não conhecia o nome deste senhor. Outra prespectiva: uma busca por "John Countries", nome fictício por mim inventado agora mesmo dá 82.000.000 de resultados, cerca de 4 vezes mais que para Gregg Nations. Os números da pesquisa Google são engraçados, mas de pouco valem. Mais interessante seria pesquisar por "Gregg Nations" - entre aspas - para só ver resultados com esta expressão, mas aí só encontrariam 9.000 páginas... :/

Domingo

Sábado

Quinta-feira

FÉ: - Estou com fezes que o Socretino & Cia, quando "desalancarem" do cadeirão, vão ter a vida complicada e quem sabe?... acabar no gaiolo! Vamos aguardar pacientemente!

Quarta-feira

O Sócrates tambêm foi filmado no caso Freeport mas as filmagens nunca serviriam de prova por não terem sido autorizadas!!!! De certeza que se um desgraçado qualquer for apanhado a vender um penço-rápido sem factura, ataca logo a brigada anti-fuga ao fisco e vai dentro 2 anos!!!

Para quem fala na Casa Pia há que ter em conta: 1. Ninguém confessou tudo como o Fritzl; 2. As vítimas não se resumem a uma, como no caso do Fritzl; 3. O espaço onde se produziram os crimes não se reduz a uma cave, , como no caso do Fritzl; 4. Os arguidos não se estão a borrifar, porque não têm 72 anos, como o Fritzl, para quem, 15 anos ou prisão perpétua é mais ou menos o mesmo; 5. Por último, na Casa Pia, há arguidos e não um arguido, como no caso do Fritzl, que se presumem INOCENTES até acórdão que diga o contrário.

Terça-feira

Dr. Moita Carrasco, Portugal (16h14) - Claro que sim! Concordo plenamente. Claro que a abstinência é mais eficaz... tal como a greve da fome é o mais eficaz contra a intoxicação alimentar!

Segunda-feira


o alvess era um agente secreto da cia, daí se conhecer pouco dele. Nos tempos livres fazia umas coisas que uns "entendidos" chamaram arte.

Domingo

Benfica, sempre a levar as coisas muito à letra. A cena das dez finais era mesmo a sério.

Credo, o anúncio do Killzone 2 (melhor FPS de sempre) está dobrado em português.

Tivemos muitos jogadores hoje que eu estou a sentir que estão com alguma fadiga física. 

Foi sempre uma equipa com muita crença. 

Jogámos mais na atitude, na crença, na raça.

O árbitro é um granda cabrão.

Segunda-feira

Foi um dos momentos mais emocionados da noite.

Vamos todos ficar a pensar nesta frase até à próxima transmissão dos Oscars na TVI.

- Tem que falar em branco.
- Tem que ir além disso, tem que lavar o branco.
- O que é que é branco? Neve é branca.

E assim nasceu o nome da lavandaria mais próxima de casa.

Domingo

Rui Santos insiste. Quem sou eu para o negar?

http://www.ipetitions.com/petition/pelaverdadedesportiva/

Quinta-feira

Segunda-feira

Com o chavascal que se faz sobre certas bandas por aí, convenço-me mais que «Rip It Off» dos Times New Viking é melhor do que soava há uns meses atrás.



Um dos grandes feitos que os óculos 3D que distribuem nos cinemas conseguiram é tornar toda a gente parecida com o Roy Orbinson. Levem uns para casa e experimentem em frente a um espelho.

Rachel Getting Married é um filme que me pesa na cabeça. Achei-o frustrante por inúmeras razões, principalmente por uma certa abordagem meio Cassavetes que volta e meia nega Cassavetes. Parece por vezes que é uma comédia que correu mal, noutras o inverso. Concordo em parte com o que Ebert diz aqui:

The rules say that critics don't discuss movies after screenings. After I saw Jonathan Demme's "Rachel Getting Married" for the second time, however, a friend asked: "Wouldn't you love to attend a wedding like that?" In a way, I felt I had. Yes, I began to feel absorbed in the experience. A few movies can do that, can slip you out of your mind and into theirs.

Só que em vez de me sentir absorvido, sinto-me, senti-me, frustrado. É chato andar tanto tempo à volta disto com coisas que se acham medianas.

Domingo

Vivi para este dia:

http://www.ipetitions.com/petition/pelaverdadedesportiva/

Sábado

Terça-feira

Segunda-feira

A evitar:


"Material para Oscar"
"Monstruoso e negro"
"Momentos inspirados" / "Momentos desinspirados"
Escrever mal "déjà-vu"

A continuar

Sábado

Teixeira dos Santos: "Não há GPS para a crise, temos de nos guiar pelas estrelas, o problema são as nuvens"




Sexta-feira

Quinta-feira

A evitar:

"Murro no estômago"
"Sétima arte"
"Feito num oito"
"Revirar entranhas"
"Camandro" (porque existe "caralho")

A continuar.

Quarta-feira

Uma crítica que tive de escrever para a Time Out que sai hoje levou-me a rever «Profondo Rosso» de Dario Argento. É daquelas coisas estúpidas, mas pronto, já não me lembrava do quão gosto do filme.

trailer italiana:



trailer internacional:

Se fosse possível juntar - não é - «Pineapple Express» e «Superbad» num só argumento, Seth Rogen tinha conseguido o «The Big Lebowski» de uma geração. Assim, fica com a honra de dois prémios distintos: o melhor filme de charrados desde «Lebowski» (embora não seja só isso) e a melhor comédia desde «Lebowski».

No novo álbum dos Psychic Ills compreende-se melhor o que ocorreu na ZDB há um ano e tal atrás. As canções deixaram de existir, o shoegaze é uma memória vaga e tudo ecoa como uma longa travessia no deserto. «Mirror Eye» é um esforço por uma aversão ao passado, mantendo paralelismos com momentos da carreira dos Spacemen 3. Aqui, «Suicide», um pouco alto para servir de termo de comparação para o que os Psychic Ills fizeram.



Terça-feira

Uma das coisas que «Pineapple Express» nos ensina é que o pior sítio para ser raptado, logo a seguir a um resort de swingers, é um lar de idosos.

Creio que se Portugal fosse um disco editado pela FlorCaveira iria deixar de ser um país de merda.

Sexta-feira

A Flur tem um blog.

Dewey Cox tem óptimas canções e cenas que valem a pena ver:

Beatles:




Versão diferente, bem melhor:

Quarta-feira

A época ajuda: melhor disco de sempre.

Sábado

Sexta-feira

Oh no...


Alcoolémia would like to be added to your MySpace friends list.


Segunda-feira


Algo vai mal no mundo quando O Jogo anuncia com entusiasmo a leitura das crónicas do João Vieira Pinto.

Sexta-feira


O primeiro charro que um Beatle fumou foi enrolado por Bob Dylan (que enrolava mal, supostamente). Estávamos em 1964, Ringo Starr agarrou-se a ele como se fosse um cigarro e não o fez rodar. Starr, o Beatle menos bom, cumpriu o papel injusto daquele amigo que todos temos.

Não quero bater no ceguinho, mas há algo de perturbador na vaga de amor pelos «Contemporâneos» nos últimos tempos. Dois dos melhores sketches que vi nos últimos episódios - o da Casa Pia e o do Ecoponto - têm piada mas, mais uma vez, são longos. 4 minutos é muito tempo e quando se pensa que já acabou, aparece mais outra canção. Tem piada, mas é massador. Eu não tenho tempo para isso. Este género de coisas - e é triste verificar que é do melhor do programa... - são coisas de consumo rápido, a partir dos 60 segundos dá vontade de dar um tiro nos cornos. «South Park» faz assim (ver a partir do minuto e meio (mas vejam o que vem antes também, vale a pena)):



Directo, só punchlines, não há a lenga-lenga de chatinho à portuguesa.
Este já não tem nada a ver, é gratuito:

Quinta-feira

Finalmente tem o que merece.

Segunda-feira

André Santos, 18 anos, titular do Boca Juniors. A sua melhor exibição, e único golo*, foi contra o Benfica (campeão nessa época). E assim vai o modo "Become a Legend" no PES 2009.


* Incrivelmente, o meu metro e setenta e quatro tem-se revelado mortífero nos cantos. Vá-se lá saber porquê; em bola corrida raramente acerto na baliza. 

Sábado

«Petardo» de Vardozo, do meio da rua, a rasar a trave da baliza de Rui Patrício.

www.abola.pt

Sexta-feira

Há um óptimo texto do Sérgio Abranches na Time Out desta semana sobre «O Momento da Verdade», este texto do João Miguel Tavares também é muito bom.

(ouvir nesta ordem):





Há um historial de maus títulos por cá em volta de quase todos os filmes com Judd Apatow  nos créditos que daqui a cinco anos vai dar para fazer qualquer coisa grande com isso. Por agora é suficiente fazer exercícios como, p.e., arranjar uma tradução pior para «Pineapple Express» do que «Alta Pedrada».



Ups, tudo indica que afinal não vai estrear por cá.

Quinta-feira

Além de evidenciar um formato datado de humor que parece não sair da mentalidade portuguesa (o Maradona resumiu muito bem tudo isto em dois posts: 1 e 2), «Os Contemporâneos» fazem questão de dizer que são bons (conferir nos blogs de alguns argumentistas / actores). É complicado ser bom quando não se sabe acabar uma piada a tempo, prolongar, prolongar, prolongar, até um gajo esquecer-se porque é que quase riu antes. É verdade que apontar o dedo custa pouco, da mesma forma que é fácil acusar qualquer um de inveja após uma crítica. Também é fácil acusar sempre mil e um factores para algo não resultar, que estão sempre "fora do controlo" apesar das PFs já terem nome e currículo (ou não?) para de vez em quando meterem os colhões em cima da mesa e dizerem que querem programas de 20 minutos e não de 30 ou 40 e que não querem fazer 40 ou 50 episódios de algo quando na verdade só têm humor para 10 ou 20. Há sketches porreiros em «Os Contemporâneos», mas são poucos. Há sketches com boas ideias que morrem numa duração excessiva que em nada favorece a piada. E, claro, há também aqueles - a maioria - ao qual não se consegue dar a volta e são explicitamente maus, tanto pelo texto em si como pelos actores (nem todos são maus, mas alguns não são verdadeiramente dotados para a comédia e outros são mesmo maus e ninguém lhes é capaz de explicar isso).

Muito disto morre nas eternas desculpas, para as quais não há paciência. Deve ser realmente complicado - sem ironia - explicar a alguém que certas coisas têm de ser mais pequenas para funcionar, e isso  deve ser lixado num país onde o que dá é pensar em grande e foder-se à grande. Mas tem de ser feito; baixar as calças e vir depois dizer que é natural sangrar-se do cu é que não faz bem a ninguém.

Isto tudo porque não consigo compreender como é que alguém consegue defender que um programa é bom quando se fazem piadas à volta do mesmo assunto (assaltos a bancos e tudo em redor) em dois programas seguidos. E não foi um sketch por programa, mas vários em dois. Parece que toda a gente teve ideias mas ninguém as conseguiu rejeitar (ou ter outras ideias). Num só, talvez passasse. Em dois, é excessivo. E sim, sei que se chamam «Os Contemporâneos» e vão buscar um pouco à actualidade. Só que ela, mesmo num Portugal imerso em tédio, não estanca assim tanto.

Domingo

Domingo, são 23H50, tentem adivinhar quem disse isto:


Suazo fez-me lembrar Mantorras nos seus tempos mais fortes.

Finalmente tenho nome para a minha autobiografia: «Escaldão em Setembro».

Sexta-feira

«George Washington» continua a ser um dos meus filmes do cinema independente norte-americano desta década. Não consigo explicá-lo, mas há ali qualquer coisa. Talvez tenha sido do dia, ando há anos para revê-lo mas nunca tive coragem para o fazer. De David Gordon Green conheço também «All The Real Girls», que também se recomenda, embora talvez hoje não gostasse tanto como na altura que o vi. São fases. Adormeci em «Undertow» e nem sequer me lembro do pouco que vi, mas não tive vontade voltar a ele. Desde então que deixei de acompanhar a sua carreira, nem sei se tem algum filme a seguir a «Undertow» que não seja «Pineapple Express», mas tenho uma qualquer preguiça de o fazer e não sei explicar porquê. Eventualmente isso acabará por acontecer. A verdade é que nem estranhei muito o clube Apatow ter escolhido este realizador para a sua nova comédia (ainda não a vi, espero ansiosamente por o fazer). Isto tudo para dizer que a Empire, a minha revista de cinema de eleição - há outras que valorizo mais, mas esta é de longe a que me dá mais prazer ler -, mais precisamente Olly Richards, descreve na perfeição, e com um humor incrível, o cinema de David Gordon Green (pelo menos pelos dois filmes que conheço). Ora leiam: a man who usually makes slow films about people having a lot of feelings in ugly houses

Segunda-feira

Melhor de sempre.

Domingo

Enterraram as mãos do moço na última imagem.

Segunda-feira

Take the episode this fall where all of the kids went to a giant masquerade ball. Handsomely dim Nate Archibald (Chace Crawford) is supposed to meet his girlfriend Blair Waldorf (Leighton Meester), the school’s virgin queen of mean, at the Social Event of the Season. But Nate may actually be in love with Blair’s best friend, Serena, whom he had sex with last year on the bar at the Campbell Apartment. While Nate was clearly thrilled by this experience, Serena was ashamed and fled to boarding school in Connecticut. But now she’s back because her brother Eric tried to commit suicide. Anyway, so Blair found out about Nate and Serena and they broke up, but then Nate’s parents pressured him to reunite with her and give her his great-grandmother’s ring ("the one that Cornelius Vanderbilt gave her"). See, Nate’s dad has a huge cocaine problem and is failing massively at work, and he needs to take Blair’s mom’s fashion company public in order to salvage his career. Meanwhile, Serena (Lively) has gone to the ball with a dork from Dalton (his IM handle is Rich Boy IV), but is really in love with Dan (Badgley), the intellectual outsider from Brooklyn, who loves her back with a sincerity heretofore unseen in any real-life teenage boy with unblemished skin. Did we mention that all of this is being narrated by an anonymous teenage blogger (voiced by Kristen Bell) who puts TMZ to shame? Oh, and Dan’s little sister Jenny (Taylor Momsen) has locked Chuck Bass (Ed Westwick), the show’s brooding Draco Malfoy type, on the roof in his underwear, since he once tried to date-rape her, and she’s rushing out of the building when Nate—whoops!—mistakes her for Serena, since they are wearing masks and both have 200 pounds of blonde hair extensions. So Nate kisses Jenny, thinking it’s Serena, and in the end everything is left perilously up in the air.
Try cramming all of that action into a half-hour of The Hills.


Isto já saiu há uns meses na New York Magazine, quando fizeram capa de «Gossip Girl». Existem N razões para esta ser, possivelmente, a série sobre adolescentes mais incrível de sempre. Podia ser por ser em New York (Upper East Side), pela incrível fotografia, que torna reconhecível qualquer excerto que se tire da série, pela edição e narrativa quase cinematográfica, etc. Mas eu gosto particularmente por ali não vermos adolescentes, mas um híbrido com a idade adulta, onde a linha da responsabilidade / irresponsabilidade é muito ténue e é a mesma, e visível, tanto para os adolescentes como para adultos. Isto até dá um tom sério à coisa, mas não é nada disso. É uma questão de estereótipos e ali, em «Gossip Girl», estão mesmo muito distantes de qualquer realidade do espectador da série. Nem sequer tenta aproximá-lo, nem para o repugnar, nem para o fascinar. É coisa com que não é permitido sonhar, só ver. E aí está mais de 50% do fascínio de «Gossip Girl». 

Gustav até é um nome com nível.

Outra boa razão para álcool não ser vendido nos estádios passa pelo alto preço e a má qualidade. Na obrigação de não se servirem bebidas com garrafas, a cerveja teria sempre de passar pela imperial, provavelmente morta, a um preço exagerado. Da Luz, não só se sairia pobre de espírito, como pobre da carteira e com uma bebedeira mal servida.

Isso e também um tipo não poder entrar com álcool dentro do estádio. Vamos por partes. Não é grande ideia vender álcool dentros dos estádios de futebol, porque, como se sabe, é meio caminho para muitas coisas correrem mal, principalmente por libertar o adepto de ter de ir umas 2 ou 3 vezes à casa-de-banho durante o jogo e perder um lance importante. E claro, em certos jogos, faz sempre com que um tipo mije onde não deve e depois se sigam uns quantos. Para a saúde e bem-estar de todos, sem tocar na violência, parece-me uma boa ideia não existir álcool nos estádios. No entanto vende-se cá fora, não só nas habituais barriquinhas, atrelados e etc., mas nos cafés (por exemplo, na Luz) anexados ao estádio. Ora bem, um deles fica a menos de um minuto do primeiro controlo policial antes de se entrar no estádio. Já aí não deixam um tipo entrar com um copo que acabou de comprar. A opção é deitar fora ou beber. Tendo em conta que um tipo está com um copo na mão, toma a decisão de não desperdiçar a bebida (que é a opção sensata) e durante as próximas duas horas não vai tocar em álcool, que diferença faz consumir aqueles 20 cl depois daquela linha? Um tipo fica mais bêbedo? A bebida bate mais? O álcool que se bebe antes não tem efeitos? Deve haver uma razão sensata para isto, mas não responde às minhas perguntas e é chata. E ela existindo, parece-me que a contra-argumentação passará sempre por cortar com todas essas bebidas nos arredores dos estádios. Principalmente nos cafés/restaurantes anexados ao estádio.

Domingo

Não sou contra os petardos e etc. nos estádios de futebol. O estrilho tem piada e não me venham com moralismos acerca disso, por favor. É porreiro haver riscos em certas merdas,  medo, sentir perigo, assustarmo-nos com qualquer coisa, se não a vida é uma chatice. Mesmo que sejam uns mariquinhas, como eu. Se a coisa correr mal, enfim, não há nada a fazer. São circunstâncias como quaisquer outras, é triste e tal, mas faz parte da vida. Tudo é triste e tal quando essas merdas acontecem: deixam-nos a pensar. Mas isso é melhor do que viver numa bolha à espera que rebente. Obviamente que insegurança não é fixe, mas um bocadinho, vá lá, não faz mal a ninguém. O que acho errado é a RTP reportar uma segurança apertada na Luz, quando, por exemplo, não vi ninguém a ser revistado (eu não fui e não há muito tempo atrás até em jogos para a Taça de Portugal me apalpavam o cu) e houve tipos que entraram com cebolas que, a meu ver, parecem-me bem mais difícies de esconder do que petardos (isto depois da explicação do Nuno Luz ou outro cromo qualquer da SIC ou TVI que há poucos anos atrás deu grande explicação sobre como entrar com essas cenas no estádio).

Sexta-feira

Eu prometo que este é o último post sobre «Rebelde Way» esta semana.
Mas quando é que vamos crescer um bocadinho e deixar de ter cenas com computadores desligados, com as câmaras a filmarem os computadores desligados e as personagens a trabalharem neles? Neste caso, há uma cena em que o puto que veio de França e diz caralhadas em francês (o termo tem de ser mesmo "caralhadas", porque ele diz mesmo caralhadas, mais um golpe de génio de quem escreve) está a carregar numa tecla qualquer do portátil (há sempre uma tecla milagrosa para qualquer coisa na nossa televisão portuguesa), câmara a apanhar o ecrã, ecrã desligado e um gajo fica a pensar "olha, avariou". Mas não, o que o gajo não tinha era internet. Assim é difícil, de facto, com a merda do computador desligado.

Quinta-feira


Esta miúda é a miúda gira da escola - chamada Prestige, ugh (o ugh é meu) - de «Rebelde Way». Sim, é suposto representar um estereótipo. Eu sei. Mas mesmo na classe dos estereótipos não andamos a meter os padrões muito baixos? Aliás, a ideia de uma série/novela juvenil, e não só, não é apresentar uma realidade falsa em que ninguém se reconhece mas na vida todos tentamos imitar (ok, não todos)? Em Portugal falta classe, brilho e olho para perceber que esta gaja com uma bata era caixa do AC Santos de Alcântara e ninguém lhe ligava puto. São estas pequenas coisas que não tornam a ficção por cá um bocadinho melhor. Isso e talvez mudar de vez em quando a forma de filmar para televisão. Eu não sei que televisão esta gente vê por cá, mas imitar os planos do vizinho do lado, que entretanto imitou o vizinho do lado, etc., num processo que se arrasta por anos evidencia que a malta que faz televisão curte imenso dormir e aborrecer-se em frente à televisão. Mesmo para quem não se importa de ver cenas más, tipo eu, ver sempre a mesma merda enjoa. É que um gajo nunca manda o mesmo cagalhão duas vezes, mas quem produz para o público juvenil cá, faz sempre questão de provar que a teoria do cagalhão está errada. Não pode estar.

Suazo.


Mais um avançado que vai ficar na sombra de Nuno Gomes?

Sintam a ironia.





O que eu pagava para ter estado na reunião em que o nome de Rob Schneider caiu em cima da mesa.

Quarta-feira

Sem ofensas, mas que tipo de mensagem se tenta passar aqui?

Eu não te queria bater, mas tu deste-me uma chapada.


Assim mesmo, «Rebelde Way».

Segunda-feira

Assim, como quem não quer a coisa, mais um momento de supressão de mamilos via FHM. Desta vez a visada é a Lara Carmo.

Dos comentários deste artigo no Público:


Estou firmemente convicto que o glorioso, vai ganhar o campeonato, taça Portugal, da liga e a UEFA, e até ganharia a Champions se lá estivesse. Tem plantel fantástico com alguns dos melhores jogadores do mundo, só não vê quem for cego. O empate com o R.Ave é só para dar avanço, o campeonato está no papo.

Como sempre, o Benfica continua a depender só de si.

A Náide Gomes, diz ele.

Domingo

Gravata cor-de-rosa brilhante. Óptimo regresso de Rui Santos.

ps: Duvido que hoje tenha sido o regresso, mas para todos os efeitos a época só começou nesta semana. E isso é que conta.

Hoje, por volta da uma da manhã, na Rua Diário de Notícias, perto do Esteves, um tipo saiu de um bar, parou na entrada, e atirou um copo de vidro, cheio de cerveja, para o chão. Sem nenhuma razão, nem para provocar alguém, devia quanto muito estar chateado com uma coisa só dele. Poucos minutos depois apareceram quatro polícias a interrogá-lo sobre o acto. Pouco depois comunicaram para esquadra, suponho eu, por causa do tipo não ter identificação. Perante tudo, é a única razão minimamente compreensível. Quinze minutos depois aparecem dois - sim, dois - carros patrulha, com três polícias cada (ao todo dez, por causa de um tipo que partiu um copo, provavelmente sem identificação). O tipo nem parecia muito incomodado com tudo, parecia-lhe normal aquilo tudo estar a acontecer por causa de um copo partido. Não oferecia resistência, não ofendeu ninguém, apenas gostava - como toda a gente à volta - de saber o que raio de se passava e o que raio iam fazer com ele. Mesmo assim, colocaram-lhe algemas, violentamente, e forçaram à bruta a entrada dentro do carro. O tipo parecia mais confuso com tudo, e com sono, do que propriamente estupefacto como as pessoas que viram aquilo a acontecer.

Sexta-feira

A arrumar e a livrar-me de muita tralha. Descobri que tenho singles de Radiohead a mais, entre muitas outras coisas. Podem ver a lista para venda aqui. Interesse e tudo o resto deve ser dirigido para este mail.

Força Obikwelu.

Domingo

Josh Schwartz, sempre em grande.

Quinta-feira

Há poucas horas, o autor deste blog, eu, esteve à conversa com um dos homens por detrás do Photoshop que chega aos nossos diários desportivos. Não é um fenómeno nacional, mas é de certa forma curiosa a chamada de atenção que existe no facto de futuras ou supostas contratações de clubes aparecerem nas capas de jornais, e não só, com a futura, ou não, camisola do clube vestida. O que é nacional, aliás, patente registada do Benfica, é surgirem jogadores a mais com a tal camisola quando nem sequer lhes cheira o ar de Lisboa. Pior só quando o fenómeno se repete, não com vários jogadores, mas apenas com um. Este ano tem sido um óptimo exemplo e achei que não ficava bem ficar sentado sem fazer nada. Fui ver o que Pedro Bento tinha a dizer sobre o assunto.

Comecemos por onde dói mais, qual foi o jogador que trataste que custou mais veres a não ser contratado?

O Tomasson, definitivamente. Foi meio inesperado aquilo. Ainda por cima num sábado de tarde, pouco depois de acordar, após uma noite em que voltei a trabalhá-lo, quando tudo parecia estar certo, e assim do nada o gajo vai-se. Ainda por cima para o clube do Trap [Trapattoni].

Mas quer dizer, não sentes que essas coisas falham quando costumam arrastar-se?

Na altura e com o Benfica não, há sempre um resto de esperança. Olha agora com o Aimar...

Por falar nele, não conseguiam arranjar uma foto melhor do gajo? Ou mais, já não suportava ver o gajo com a língua de fora.

Era boa, sabes. E na redacção diziam que criava uma certa imagem de marca. Ele até estava com melhor aspecto naquela altura e a língua de fora sempre dava um ar de alegria.

Por ir para o Benfica ou por ter acabado de marcar?

Por ir para o Benfica, claro.

E agora com o Reyes, não foi tudo um bocado precipitado? Meteste logo o tipo com a camisola do Benfica.

Ora, ainda nada é certo...

Sim, mas não é parolo estar sempre a vestir gajos com a camisola? Pelo menos com o Porto e o Sporting os gajos aparecem logo, justifica-se. Um tipo nem liga.

Não sei, acho que só fica parolo quando são gajos a mais. Nesta época não tem sido assim tão doente...

Também ainda falta um mês. E gostas do que fazes?

Sim.

Não sentes que enganas as pessoas?

Como?

Apresentando muita ficção. A camisola torna sempre a contratação em algo muito convincente.

As pessoas acreditam no que querem e sem esse pormenor a acompanhar o título, talvez a notícia não parecesse tão real.

Afinal estão todos quase, quase no Benfica.

Sim, isso é uma palermice, mas não sou eu que faço, decido.

Eu sei. Mas o que sentes ao entrar nisso? Ainda por cima como Benfiquista.

Nem bem nem mal, é o meu trabalho. Às vezes dá para rir, muitas é só triste.

Triste como?

Pá, triste.

Mas ficas deprimido?

[risos] Epá, fico mais quando tenho de fazer aquelas montagens antes de jogos importantes. Um gajo sofre com as ideias dos outros.

Pensava que isso passava por vocês.

E passa. Só que só passam as ideias más.

Para terminar, quem gostarias de vestir?

Num modo realista? O Miccoli, esse nem tinha muito que fazer, ia buscar uma antiga e alterava uma coisa aqui e ali. A sonhar, mas não tanto, gostava de ver o Saviola a sentar o Helton.

Próximos dias:



Domingo

Em Almada, num cartaz que dizia algo como "É Primavera, aproveite para pintar o seu prédio", alguém escreveu por baixo algo como "E no Verão, há menos lisboetas?".

Sexta-feira

Já agora, e como complemento do post anterior, já que mexeram na foto, podiam pelo menos ter tirado as marcas do bikini das costas.

Tempo livre.

Não é preciso não comprar as revistas para nos sentirmos suficientemente inteligentes e aptos a julgar a mariquice das revistas para gajos em Portugal. Sem falar de conceitos de sensualidade, sexualidade e afins. A parte de Photoshop é que interessa e há de tudo um pouco. No outro dia deparei-me com isto:


Em publicações em que mostrar o cu já é abusar um pouco, convém ser um pouco discreto quando se tenta ser sincero em não mostrar o resto. Quando vi seios "censurados" com barras pretas pensava que já tinha visto tudo. Sinceramente, se é a sério, tem de ser a sério. Se não, mais vale ninguém se dar ao trabalho de tirar a foto. Agora com esta fiquei mais boquiaberto quando percebi que apagaram os mamilos da tipa (a Cláudia Borges do Fama Show). Completamente digno de pertencer a este templo.

«Pint Of Milk» é das melhores páginas de entrevistas à volta do cinema na imprensa em papel. No número de Agosto da Empire foi a vez de David Cross.

When were you last naked outdoors?
I totally skydived nude. You're not including, like, the parachute and all that stuff? I mean, I´m still basically nude, but I have a large backpack stuffed with a parachute.

How did that feel?
Oh, it's liberating. And you don't even know that you´re taking a shit or taking a piss. Can't even tell. And if you land properly you get a good wipe in.

(...)

What's the best thing you've ever stolen from a hotel?
I guess a girl's virginity.

Quinta-feira

Atestado de bimbice. Como se fosse necessário mais um neste país, a promotora Everything Is New fez questão de mandar um mail a revelar aos seus subscritores que o Alive foi o festival mais internacional de Portugal. Mais, para ninguém duvidar, fez questão de revelar números e - agora tenham medo - desmontar os seis mil presentes por nacionalidade. Priceless. Ou sem preço.

Por volta das oito da noite, na estação de metro dos Restauradores, ouvia-se e lia-se nos placards "Atenção! Nesta estação há carteiristas". O anúncio também era feito em inglês e às vezes podia obter-se mais informação como, por exemplo, ter cuidado na saída e na estrada das carruagens.